
A plácida e instrumental “Summer Fades” abre o disco à base de piano e metais, em clara homenagem a Brian Wilson e o seu Beach Boys – fixação que vem desde o álbum de estreia Smirk, que já fazia reverência ao clássico Smile. Em seguida, guitarras e trumpetes duelam na energética e apoteótica “Wesley Station”. O ataque continua com a empolgante e vitaminada “Somewhere To Start”, até chegar a melodia envolvente e pegada contundente da faixa-título.
O pop orquestral à la “Jellyfish encontra os Beatles”, com sua aura teatral, aparece em “Malaise”. Já os teclados, a levada vocal e a distorção de “Opparition Shrine”, soam muito próximos a Weezer e Rentals. O clima espacial - em batida de pop orquestral via teclados - de “Big Break”, remete diretamente à grandiosidade do ELO. E o rock’n’roll, com sotaque bluesy e refrão assobiável, aparece em “Sister Temptation”.
Guiada pelo piano, a radiofônica “Calendar Faces” antecede “What DoYou Believe”, mais um pop orquestrado com piano, metais e coros vocais cheios de ‘pa-pa-pas’. Outra bela e onírica instrumental presta tributo ao mestre Wilson, “Winter Song”, encerrando So Long. Álbum que nos mostra como uma parceria musical pode por anos sobreviver, tal qual uma inesquecível canção pop atemporal.
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