
Na era onde as distâncias físicas não mais existem, me pergunto como funcionam certos mecanismos de gostos universais ou consciências coletivas, onde um indivíduo a mais de 8000 km produz sonoridades que são exatamente o que você quer ouvir. São acordes, melodias, timbragens saídos dos mais profundos desejos, e realizados por um desconhecido que vive a muitos mundos da nossa realidade. Assim, Feel The Sun é quase como que... feito sob encomenda.
E é a própria faixa título que abre o disco: um opus pop psicodélico de quase seis minutos que explora paisagens melódicas, que podem ir de Beatles fase lisérgica até os contemporâneos Olivia Tremor Control/Sunshine Fix. “Alexander Mannequin” é a I am The Walrus do ano 2000, com clara referência à clássica faixa dos fab four. O pop orquestral perfeito de “On The Laws” envolve na melodia colante e traz a herança da genialidade de Brian Wilson à tona. O timbre suave na voz dobrada de Earl só realça a máxima pureza do pop sessentista “Sweater”. “Uphulstery” chega meio fantasmagórica, mas não assusta nem criança: a batida de piano desce harmoniosa e agradável.
“Concerning Helen White” emerge dos subterrâneos do pop para chegar ao topo paradisíaco da canção perfeita. Melodia de sonho que embala no refrão e flui por cenários que só encontramos quando de olhos fechados. “Evil Head” também traz chorus com carisma de campeão e “Her Story” homenageia a beleza clássica e imortal de Pet Sounds dos Beach Boys. “Terrified” eletrifica e acelera sem perder a doçura. “Mrs. Jones”, poderia se chamar Mrs. McCartney, em canção voz-piano que emula Sir Paul. “Hightop Sneaker” deixa as sutilezas melódicas de lado e parte pro rock envelhecido em tonéis de blues.
A balada “Bed Of Roses” vai guiada pelo piano e mais uma vez segue a delicadeza elegante do pop orquestral. E, para sintetizar impressões, sentimentos e sensações, “Yellow Summer Sun” poderia ser clássico eterno dos Beatles ou saído de um sonho impossível. Poderia ter sido feito por você para... você mesmo. Mas é só uma das canções mais singelas e belas do ano - tão brilhante e dourada como o imenso sol de verão.
www.squiresofthesubterrain.com
www.myspace.com/thesquiresofthesubterrain
E é a própria faixa título que abre o disco: um opus pop psicodélico de quase seis minutos que explora paisagens melódicas, que podem ir de Beatles fase lisérgica até os contemporâneos Olivia Tremor Control/Sunshine Fix. “Alexander Mannequin” é a I am The Walrus do ano 2000, com clara referência à clássica faixa dos fab four. O pop orquestral perfeito de “On The Laws” envolve na melodia colante e traz a herança da genialidade de Brian Wilson à tona. O timbre suave na voz dobrada de Earl só realça a máxima pureza do pop sessentista “Sweater”. “Uphulstery” chega meio fantasmagórica, mas não assusta nem criança: a batida de piano desce harmoniosa e agradável.
“Concerning Helen White” emerge dos subterrâneos do pop para chegar ao topo paradisíaco da canção perfeita. Melodia de sonho que embala no refrão e flui por cenários que só encontramos quando de olhos fechados. “Evil Head” também traz chorus com carisma de campeão e “Her Story” homenageia a beleza clássica e imortal de Pet Sounds dos Beach Boys. “Terrified” eletrifica e acelera sem perder a doçura. “Mrs. Jones”, poderia se chamar Mrs. McCartney, em canção voz-piano que emula Sir Paul. “Hightop Sneaker” deixa as sutilezas melódicas de lado e parte pro rock envelhecido em tonéis de blues.
A balada “Bed Of Roses” vai guiada pelo piano e mais uma vez segue a delicadeza elegante do pop orquestral. E, para sintetizar impressões, sentimentos e sensações, “Yellow Summer Sun” poderia ser clássico eterno dos Beatles ou saído de um sonho impossível. Poderia ter sido feito por você para... você mesmo. Mas é só uma das canções mais singelas e belas do ano - tão brilhante e dourada como o imenso sol de verão.
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